quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

9 receitas de pirão de peixe com muito destaque nas refeições

A peixada é um prato tradicional e bem consolidado na culinária de diversos estados. As versões levam ingredientes diferentes, como leite de coco, azeite de dendê, legumes e molho de tomate. É uma boa pedida, tanto para as refeições do cotidiano quanto mais elaboradas. Confira receitas:

1. Peixada com leite de coco

O ingrediente base dessa peixada é o leite de coco. Os vegetais utilizados são batata, cenoura, pimentão e tomate. Para o tempero, você vai usar cheiro-verde e cebolinha. A dica é selar o peixe antes de levar todos os ingredientes para cozinhar.

2. Peixada à brasileira

Essa é uma opção do prato prática e gostosa. Pode-se usar peixes como dourado, cação, pescada ou filhote. O coentro dá um toque especial e marcante para o tempero. Além dos legumes cozidos e dos vegetais picados, o ovo cozido também é usado para incrementar o preparo.

3. Peixada com mix de pimentão

Nessa receita, você vai usar dois tipos de pimentão, o vermelho e o verde. Um ingrediente diferencial do preparo é o azeite de dendê, que deixa o cozido com um gostinho inconfundível. Além disso, o tempero com limão e manjericão é bem fresquinho e saboroso. É uma boa pedida para servir em uma ocasião especial!

4. Peixada cearense

O leite de coco utilizado nessa versão é caseiro e o caldo fica com uma textura simplesmente incrível. Os vegetais usados para compor o preparo são cenoura, repolho, tomate e pimentão. Você pode preparar também um pirão para servir com o prato.

5. Peixada de Pernambuco

Para preparar a opção pernambucana de peixada, é preciso fritar o peixe antes de preparar o molho. Um diferencial são os vegetais usados: batata doce, chuchu, pimentão, cenoura, repolho e tomate. O leite de coco deve ser batido com uma mistura de cebola e pimentão para ficar mais consistente.

6. Peixada com cogumelos

O peixe utilizado nesse preparo é o cação. A versão bem aromática leva ingredientes como o alho-poró, vinho branco e tomilho. O cogumelo shitake fica com uma textura incrível e o tempero é feito com sal e pimenta-do-reino.

7. Peixada com camarão

A combinação deliciosa do surubim com o camarão está presente nessa receita. O molho da peixada leva azeite de dendê, que dá um sabor bem característico para o prato. Além disso, o preparo conta com os três tipos de pimentão.

8. Peixada para Semana Santa

Leia também: 10 receitas de peixada para provar esse prato tipicamente brasileiro 108147

Essa é uma ótima pedida de peixada para fazer durante a Semana Santa, já que é fácil e gostosa. O prato é feito no forno e o peixe usado é o filé de merluza. O creme de queijo deixa o preparo com consistência e sabor pra lá de especiais.

9. Peixada goiana

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Aqui, você vai aprender a fazer uma verdadeira peixada goiana. Os diferenciais dessa versão são o uso da pimenta-de-cheiro e do extrato de tomate. O preparo combina a pescada com o camarão e a sugestão é acompanhar com farofa de mandioca.

10. Peixada capixaba

Essa receita traz uma peixada “colorida” com urucum e azeite de dendê. O tempero especial do peixe é feito com suco de limão, sal, pimenta-do-reino e colorau. As duas pimentas utilizadas no caldo são a malagueta e a pimenta-de-cheiro. A dica é usar o caldo para fazer um pirão.

A peixada é um prato bem característico do Brasil e que tem versões diferentes em cada região. Com certeza, uma dessas opções vai te agradar e fazer sucesso na sua mesa pelo sabor delicioso. Aproveite e veja também receitas de pirão e peixe cozido!

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12 receitas de risoto de filé mignon perfeitas para ocasiões especiais

O risoto de couve-flor é uma alternativa leve ao prato que faz um grande sucesso entre os mais variados paladares. Além de ser fácil de ser feito, você pode sempre variar nos ingredientes que são usados, para, assim, não cair na rotina e sempre saborear um gostinho novo.

Como essa é uma receita simples de ser feita, você pode prepará-la até mesmo quando tem pouco tempo para cozinhar ou quando não quer fazer muita bagunça na cozinha, mas sem deixar o sabor de lado.

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Na lista abaixo, você confere alguns modos de preparos e ingredientes diferentes para deixar o seu dia mais gostoso.

1. Risoto de couve-flor e frango

Leia também: 12 receitas de risoto de camarão cremoso para impressionar paladares 104836

Para testar essa receita em casa, você vai precisar de couve-flor, frango desfiado, abobrinha, arroz integral cozido, alho-poró, salsinha, requeijão light, pimenta, sal e água. A lista de ingredientes não é das mais extensas e você ainda obtém um prato que pode deixar qualquer um com água na boca sem ter muito trabalho na cozinha.

2. Risoto de couve-flor e cenoura

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Combinar a couve-flor com a cenoura como ingredientes principais para o preparo de um prato pode ser uma maneira muito saudável de se deliciar com uma refeição pra lá de gostosa. Essa é uma receita bem simples, mas que pode ser um grande sucesso na sua mesa.

3. Risoto de couve-flor e três queijos

Leia também: 7 receitas de risoto de couve-flor leves e cheias de sabor 104836

A base dessa receita é o arroz falso de couve-flor, mas outros ingredientes também entram em cena para deixar o resultado uma delícia, como queijo gorgonzola, queijo minas, queijo parmesão, presunto parma, azeitonas pretas e requeijão ou cream cheese. Além disso, a manteiga também é importante para a finalização.

4. Risoto de couve-flor e carne

Essa é uma receita de risoto de couve-flor que leva carne em cubos, cenoura, cebola, pimentão verde, tomate-cereja, vinho branco, creme de leite, cream cheese e alguns temperos. O resultado é um prato tão leve e tão gostoso, que será difícil não repetir.

5. Risoto de couve-flor e camarão

Se você adora frutos do mar e quer usar o camarão como ingrediente para o preparo do seu risoto de couve-flor, não deixe de conhecer as dicas dessa receita. Aqui, o preparo é bem simples e a lista de ingredientes, bem curtinha, mas o sabor pode te deixar com água na boca.

6. Risoto de couve-flor e alho-poró

Para quem quer um prato bem simples e leve, mas que conte com um gostinho extraordinário, essa pode ser a opção ideal. Mesmo usando poucos itens e não ficando muito tempo na cozinha, o resultado é sensacional. Experimente agora mesmo!

7. Risoto de couve-flor com brócolis, tomate e abobrinha

Tomate, brócolis, couve-flor, abobrinha, temperos e gergelim são os ingredientes usados para o preparo deste prato, que fica com uma aparência linda, um sabor incrível e que quase não dá trabalho para ser feito. Se você quer surpreender, não deixe de testar essa receita em casa.

O risoto de couve-flor é uma ótima pedida para quem quer uma refeição leve, mas sem deixar sabor de lado. Se você adora esse tipo de pratos, confira algumas receitas low carb para testar em casa e se deliciar com o resultado final!

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Urânio Enriquecido

O Urânio enriquecido é o urânio com maior abundância de isótopos físseis do que o urânio natural. O urânio enriquecido é considerado um material fissionável especial.

O Urânio enriquecido com uma quantidade muito maior do que o normal do isótopo físsil U235; usado em reatores nucleares e armas nucleares.

O que é

O urânio enriquecido teve a concentração de um isótopo específico, urânio 235 ou U235, aumentado acima dos níveis naturais.

O urânio possui pelo menos três isótopos na natureza e o U235 é particularmente útil como combustível para reatores nucleares e como base para armas nucleares.

O urânio é naturalmente composto por uma porcentagem muito alta de U238 e uma porcentagem muito pequena de outros isótopos, sendo o U235 o próximo mais comum, em torno de 0,7%.

Ao separar os isótopos, podem ser criadas amostras de urânio enriquecido com maior concentração de isótopos U235.

O urânio pode ser enriquecido de várias maneiras e em graus variados, dependendo do uso pretendido.

O U235 é importante para combustível de reator nuclear e armas nucleares devido à sua capacidade de sofrer fissão ou divisão.

Cada átomo U235 que é dividido libera uma tremenda quantidade de energia, além de uma partícula atômica de alta energia chamada nêutron. O nêutron atinge outro átomo U235, causando a sua divisão, desencadeando uma reação em cadeia. Quando a reação é lenta e controlada, ela pode ser aproveitada, como é o caso de um reator nuclear. Quando a reação é violenta e descontrolada, o resultado é uma explosão nuclear, o processo que serviu de base para as bombas lançadas pelos Estados Unidos no Japão no final da Segunda Guerra Mundial.

Dependendo do uso pretendido, o urânio enriquecido é produzido com concentrações variadas de átomos de U235.

O grau mais baixo é conhecido como urânio levemente enriquecido e tem uma concentração de até aproximadamente 2% de U235.

O próximo nível é conhecido como urânio com baixo enriquecimento e geralmente possui uma concentração de aproximadamente 3% ou 4% de U235, que é a concentração padrão mais alta para combustível de reator, embora possa chegar a 20%.

Urânio altamente enriquecido, também conhecido como urânio com grau de armas, é o urânio com uma concentração de aproximadamente 80% de U235.

O urânio enriquecido até esse nível é usado na fabricação das armas que compõem os arsenais nucleares de muitos países, embora níveis de enriquecimento tão baixos quanto 20% sejam suficientes para produzir as armas nucleares mais simples.

Esse grau de urânio enriquecido é altamente controlado e regulamentado por governos e agências reguladoras nacionais e internacionais, a fim de promover seu uso seguro e impedir a criação de armas nucleares por entidades que as civilizações do mundo como um todo consideram ser potencialmente perigosas ou irresponsáveis.

Processos de enriquecimento do Urânio

O urânio encontrado na natureza consiste basicamente de dois isótopos, o U-235 e o U-238.

A produção de energia nos reatores nucleares é da ‘fissão’ ou divisão dos átomos do U-235, um processo que libera energia na forma de calor. O U-235 é o principal isótopo físsil do urânio.

O urânio natural contém 0,7% do isótopo U-235. Os 99,3% restantes são principalmente o isótopo U-238, que não contribui diretamente para o processo de fissão (embora indiretamente pela formação de isótopos físseis de plutônio).

A separação de isótopos é um processo físico para concentrar (‘enriquecer’) um isótopo em relação a outros. A maioria dos reatores são reatores de água leve (de dois tipos – PWR e BWR) e exigem que o urânio seja enriquecido de 0,7% a 3-5% de U-235 em seu combustível. Este é o urânio com baixo enriquecimento normal.

Existe algum interesse em elevar os níveis de enriquecimento para cerca de 7% e até perto de 20% para certos combustíveis especiais de reatores de potência, como o com baixo enriquecimento de alto ensaio.

O urânio-235 e o U-238 são quimicamente idênticos, mas diferem em suas propriedades físicas, notadamente em sua massa. O núcleo do átomo U-235 contém 92 prótons e 143 nêutrons, dando uma massa atômica de 235 unidades. O núcleo do U-238 também possui 92 prótons, mas possui 146 nêutrons – três a mais que o U-235 – e, portanto, possui uma massa de 238 unidades.

A diferença de massa entre o U-235 e o U-238 permite que os isótopos sejam separados e permite aumentar ou “enriquecer” a porcentagem de U-235. Todos os processos de enriquecimento atuais e históricos, direta ou indiretamente, fazem uso dessa pequena diferença de massa.

Alguns reatores, por exemplo, os reatores Candu, projetados no Canadá, e o Magnox britânico, usam urânio natural como combustível. (Para comparação, o urânio usado para armas nucleares teria que ser enriquecido em plantas especialmente projetadas para produzir pelo menos 90% de U-235.)

Os processos de enriquecimento exigem que o urânio esteja em uma forma gasosa a uma temperatura relativamente baixa; portanto, o óxido de urânio da mina é convertido em hexafluoreto de urânio em um processo preliminar, em uma instalação de conversão separada.

Existe um excesso de oferta significativa de capacidade de enriquecimento em todo o mundo, grande parte da qual tem sido usada para diminuir a demanda de urânio ou complementar a oferta de urânio.

A capacidade do enriquecimento para substituir o urânio tornou-se mais significativa à medida que a tecnologia das centrífugas assumiu o controle, uma vez que isso significa custos mais baixos da SWU (Unidade de Trabalho Separado), e a necessidade de manter as centrífugas funcionando, para que a capacidade permaneça on-line, mesmo que a demanda cai fora.

Como o urânio é enriquecido para fabricar bombas?

O urânio enriquecido é o urânio com uma alta porcentagem do isótopo U-235, que representa apenas 0,72% do urânio natural.

O urânio normal é conhecido como U-238, onde o número significa a quantidade de núcleons (prótons e nêutrons) em seu núcleo atômico. O U-235 possui uma quantidade desigual de prótons e nêutrons, tornando-o levemente instável e suscetível à fissão (divisão) dos nêutrons térmicos.

Conseguir que o processo de fissão prossiga como uma reação em cadeia é a base da energia nuclear e das armas nucleares.

Como o U-235 tem propriedades químicas idênticas ao urânio normal e é apenas 1,26% mais leve, separar os dois pode ser um grande desafio. Os processos geralmente são bastante intensivos em energia e dispendiosos, e é por isso que apenas alguns países conseguiram alcançá-lo em escala industrial até agora. Para produzir urânio com grau de reator, são necessárias porcentagens de U-235 de 3-4%, enquanto o urânio com grau de armas deve consistir em 90% de U-235 ou mais. Existem pelo menos nove técnicas para a separação de urânio, embora algumas definitivamente funcionem melhor que outras.

Durante a Segunda Guerra Mundial, nos Estados Unidos, quando os pesquisadores buscavam a separação isotópica, uma série de técnicas foi usada. O primeiro estágio consistiu em difusão térmica.

Ao introduzir um fino gradiente de temperatura, os cientistas poderiam persuadir partículas mais leves do U-235 em direção a uma região de calor e moléculas mais pesadas de U-238 em direção a uma região mais fria.

Isso foi apenas a preparação do material de alimentação para o próximo estágio, a separação isotópica eletromagnética.

A separação eletromagnética de isótopos envolve vaporizar o urânio e depois ionizá-lo para produzir íons com carga positiva. O urânio ionizado foi então acelerado e dobrado por um forte campo magnético. Os átomos U-235 mais leves foram desviados um pouco mais, enquanto os átomos U-238 um pouco menos. Repetindo esse processo muitas vezes, o urânio pode ser enriquecido.

Essa técnica foi usada para fazer parte do urânio enriquecido da bomba Little Boy, que destruiu Hiroshima.

Durante a Guerra Fria, a separação de isótopos eletromagnéticos foi abandonada em favor da técnica de enriquecimento por difusão gasosa.

Essa abordagem empurrou o gás hexafluoreto de urânio através de uma membrana semi-permeável, que separou levemente os dois isótopos um do outro. Como a técnica anterior, esse processo precisaria ser realizado várias vezes para isolar uma quantidade substancial de U-235.

As técnicas modernas de enriquecimento usam centrífugas. Os átomos mais leves do U-235 são empurrados ligeiramente preferencialmente em direção às paredes externas das centrífugas, concentrando-as onde podem ser extraídas. Como todas as outras técnicas, ela deve ser executada várias vezes para funcionar.

Sistemas completos que purificam o urânio dessa maneira utilizam muitas centrífugas e são chamados de cascatas de centrífugas.

A centrífuga Zippe é uma variante mais avançada da centrífuga tradicional que utiliza calor e força centrífuga para separar o isótopo.

Outras técnicas de separação de urânio incluem processos aerodinâmicos, vários métodos de separação por laser, separação por plasma e uma técnica química, que aproveita uma diferença muito pequena na propensão dos dois isótopos para alterar a valência nas reações de oxidação/redução.

O urânio pode ser usado para criar armas nucleares

Urânio altamente enriquecido

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

14 receitas de golden milk para melhorar sua saúde e bem-estar

Com um gostinho incrível, o chá de abacaxi ainda conta com diversos benefícios. Afinal, a fruta é rica em vitamina C, auxilia na digestão, no bom funcionamento do intestino, tem efeito termogênico, desintoxicante, proporciona a saciedade e é diurética! Além de tudo isso, você ainda pode combinar o abacaxi com outros ingredientes. Ficou curioso? Então, confira as receitas abaixo:

1. Chá de abacaxi simples

Com um passo a passo bem prático, essa receita é feita principalmente com a casca do abacaxi, mas também conta com um pouquinho da polpa da fruta. As duas partes vão ao fogo junto com água. Quando essa começar a ferver, é só coar e servir.

2. Chá de abacaxi com açúcar

Nessa receita, apenas a casca do abacaxi é usada no preparo do chá. A dica é que ela seja bem lavada e seque no sol de três a cinco dias antes de ir ao fogo junto com água e açúcar. Após dois minutos de fervura, a bebida já está pronta para o consumo.

3. Chá de abacaxi com canela

Para quem quer turbinar o metabolismo, beber esse chá que combina abacaxi com canela é uma excelente pedida, pois é uma bebida termogênica. Mesmo que você não busque esse resultado, vale a pena conhecer o sabor dessa combinação. Afinal, o gostinho refrescante da fruta fica ótimo com o aroma da especiaria.

4. Chá de abacaxi com gengibre

Seja para se deliciar com o sabor do abacaxi com o gengibre, para experimentar uma receita termogênica ou mandar aquele resfriado embora, essa receita cai bem. Além dos dois ingredientes citados, você só vai precisar de água. O tempo no fogo é de 15 minutos depois que a água ferver. Rapidinho, não é mesmo?

5. Chá de abacaxi com hortelã

Se você busca por uma receita bem refrescante, que combine muito bem com os dias quentes de verão, essa pode ser a opção perfeita. Para isso, é preciso levar ao fogo casca de abacaxi, um pedaço de gengibre, folhas de hortelã e água. Caso você queira, também dá para acrescentar açúcar. A sugestão é servir a bebida com gelo.

6. Chá de abacaxi com laranja e hibisco

Sair do comum no sabor do chá feito com abacaxi pode ser uma tarefa deliciosa com essa receita. O gostinho adocicado da casca da fruta quebra o sabor marcante do hibisco. Além disso, casca de laranja e canela em pau ajudam a aromatizar a bebida. Tudo isso vai ao fogo junto com água e, assim que ela ferver, é só desligar e esperar esfriar um pouquinho para beber.

7. Chá de abacaxi com limão e hortelã

Nessa receita, o chá é feito levando ao fogo água, casca de abacaxi, suco de limão e folhas de hortelã. Caso você queira adoçar a bebida, a sugestão é usar mel ou stevia para um resultado mais saudável. Além disso, para ajudar a acelerar ainda mais o metabolismo, também vale adicionar algumas rodelas de gengibre.

8. Chá de abacaxi com maçã e especiarias

Leia também: 10 receitas de chá de abacaxi para se deliciar no inverno e no verão 104857

Feito com casca de abacaxi, pedaços de maçã, folhas de hortelã, fatias de gengibre, cravo, canela, anis-estrelado e mel, difícil é resistir ao sabor deste chá. Para quem gosta de se deliciar com vários sabores no mesmo gole, essa pode ser uma opção pra lá de interessante.

9. Chá de abacaxi gelado com limão

Ideal para ser consumido gelado, esse chá é feito com água e casca de abacaxi lavada e cozida em água. Quando ele já estiver gelado, é hora de acrescentar rodelas de limão. Caso você queira, também é possível usar açúcar ou outro adoçante.

10. Chá de abacaxi gelado com limão e hortelã

Para que o sabor do abacaxi fique em destaque no chá, a dica dessa receita é levar ao fogo junto com água a casca e pedacinhos da fruta. As folhas de hortelã e o suco de limão só entram em cena após o abacaxi já ter sido cozido em água, mas enquanto ele ainda estiver quente. Depois, é só levar a bebida para gelar.

Como você viu, o chá de abacaxi ajuda a evitar o desperdício, já que em grande parte dos casos, apenas sua casca é usada. Se você for fazer o chá, mas não sabe como usar a polpa da fruta, confira algumas receitas com abacaxi.

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15 receitas de rabanada recheada que deixam esse prato ainda mais gostoso

O que tem mais cara de Natal do que o bom e velho panetone? Separamos uma lista com receitas deliciosas desse doce tão tradicional e também apresentamos outras em que você pode usá-lo para deixar as sobremesas ainda mais especiais. Tem opções fitness, com sorvete e até uma versão deliciosa de bolo de panetone!

Receitas de panetone caseiro

Mais tradicionais, essas receitas de panetone agradam os mais variados gostos e paladares:

1. Panetone tradicional

A versão tradicional do panetone com frutas cristalizadas agrada todo mundo e é sucesso garantido no seu Natal.

2. Panetone fermentado com água

Leia também: 12 receitas de rabanada de forno para se deliciar sem fritura 107344

Uma massa gostosa e bem macia depende de uma boa fermentação e aqui, ela é simples e feita com água.

3. Panetone fermentado com leite

Já quem prefere leite, pode apostar nessa opção na hora da fermentação. Também dá bem certo!

4. Panetone fácil

Muito fácil de fazer, esse panetone fica úmido, fofinho e extremamente saboroso.

Leia também: 21 receitas de rabanada para fazer, provar e se orgulhar 107344

5. Panetone de liquidificador

Sinônimo de praticidade, esse panetone é quase todo feito no liquidificador – menos a farinha de trigo e o fermento, que são acrescentados por último em uma tigela.

6. Panetone italiano

Aqui, você aprende a fazer uma deliciosa receita de panetone artesanal direto de Milão!

7. Panetone vegano

Leia também: 13 receitas de panetone com sorvete para um Natal com a cara do Brasil 107344

Sem ingredientes de origem animal, esse panetone agrada os mais variados paladares e é simplesmente irresistível.

8. Panetone fit

Quem está de dieta vai se apaixonar por esse panetone fit muito mais saudável e igualmente delicioso.

9. Panetone sem glúten e lactose

Intolerantes ao glúten e à lactose podem saborear essa versão à vontade! O resultado final é incrível.

Leia também: 21 receitas com panetone e chocotone para evitar o desperdício 107344

10. Panetone funcional

Mais uma receita gostosa e bem saudável, esse panetone funcional é sem glúten, sem açúcar, sem ovo, sem soja e sem leite.

11. Panetone da Air Fryer

Assado na Air Fryer, esse panetone é muito macio e fica pronto bem rapidinho. Você vai amar!

12. Panetone na latinha

Leia também: 25 receitas de panetone para deixar o seu Natal mais docinho e gostoso 107344

Extremamente charmoso e divertido, esse panetone na latinha promete deixar o seu Natal ainda mais fofinho.

13. Panetone sem sovar

Quem não gosta de colocar a mão na massa pode investir nessa receita, pois, aqui, o panetone não é sovado!

14. Panetone alemão

Para fazer um tradicional quarkstollen, o panetone alemão, confira essa receita deliciosa e muito diferente.

15. Panetone roll

O grande diferencial dessa versão está na etapa de preparação da massa, que deve ser enrolada como se fosse um rocambole.

Receitas deliciosas com panetone

Doces diversos podem ser preparados com o panetone. Vem ver essas ideias!

16. Sorvetone

O Natal brasileiro é marcado por altas temperaturas e nada melhor do que um sorvetone bem gostoso para saborear nessa data, não é mesmo?

17. Panetone trufado

Aqui, você aprende a rechear um panetone simples com muito, mas muito chocolate mesmo!/p>

18. Panetone recheado com brigadeiro e morango

Uma explosão de sabores, esse panetone é recheado com brigadeiro e morango e é garantia de felicidade entre todos os convidados.

19. Brigadeiro de panetone

Faça um brigadeiro bem gostoso, corte pequenos pedaços de panetone e recheie o tradicional docinho com essa delícia natalina!

20. Sorvete de panetone

Extremamente refrescante, esse sorvete de panetone vai espantar o calor e deixar todo mundo pedindo bis.

21. Trufa de panetone

Com um saborzinho delicioso de panetone, essa trufa é perfeita para dar de presente para quem você ama!

22. Bolo de panetone

Quem não dispensa um bolo bem gostoso vai se encantar por essa versão maravilhosa de bolo panetone.

23. Rabanada de panetone

Duas receitas muito tradicionais do Natal compõem esse doce incrível: a rabanada de panetone.

24. Escondidinho de panetone

Simples, mas extremamente saboroso, esse escondidinho de panetone vai deixar adultos e crianças com água na boca.

25. Torta gelada de panetone

Um banquete para os olhos, essa torta gelada de panetone é a sobremesa ideal para a sua ceia de Natal.

Animado para o Natal? Então, não deixe de conferir essas receitas de ceia tradicional de Natal, pernil de Natal e rabanada.

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7 receitas de ovos nevados para uma sobremesa francesa sofisticada

Uma sobremesa pra lá de sofisticada e romântica, os ovos nevados são muito populares na França e lembram uma ilha flutuante! E o que flutua nesse doce é um delicioso merengue sobre um creme inglês feito no capricho. Quer surpreender os convidados e arrancar suspiros de todo mundo? Então aprenda a preparar esse clássico da confeitaria francesa.

1. Ovos nevados com fava de baunilha

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Ingredientes

  • 500 ml de leite
  • 300 g de açúcar refinado
  • 5 ovos
  • 1 fava de baunilha

Modo de preparo

  1. Em uma panela, despeje o leite e leve para cozinhar em fogo baixo;
  2. Assim que estiver quente, desligue o fogo e reserve;
  3. Bata as claras em neve até ficarem em ponto de pico;
  4. Adicione 175 g de açúcar aos poucos e continue batendo em velocidade baixa;
  5. Com o auxílio de duas colheres, formate bolas grandes de claras em neve e leve para cozinhar no leite quente;
  6. Cada lado do doce deve cozinhar por trinta segundos;
  7. Retire as claras e reserve;
  8. Peneire o leite quente e volte para uma panela limpa;
  9. Leve para cozinhar, novamente, em fogo médio e adicione 62 g de açúcar e a fava de baunilha;
  10. Enquanto isso, coloque as gemas em uma tigela, acrescente o restante do açúcar e misture com o auxílio de um fouet;
  11. Coloque um pouco do leite quente na mistura de gemas e mexa mais um pouco;
  12. Com cuidado, despeje o restante do leite nas gemas e continue mexendo;
  13. Volte a mistura para a panela e deixe cozinhar até obter o ponto napê. Lembre-se de misturar com uma colher de pau;
  14. Sirva os ovos nevados com o creme inglês e aproveite!

2. Ovos nevados com amido de milho

Ingredientes

  • 6 ovos
  • 1 l de leite
  • 1 fava de baunilha
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 pitada de sal
  • 1/2 colher de chá de amido de milho

Modo de preparo

  1. Em uma batedeira, batas as claras até ficarem firmes. Reserve;
  2. Ferva o leite com a baunilha e abaixe o fogo;
  3. Acrescente as claras com o auxílio de uma colher, afim de formar bolas do mesmo tamanho;
  4. Deixe as claras cozinharem por alguns segundos dos dois lados;
  5. Retire com o auxílio de uma escumadeira e reserve;
  6. Acrescente ao leite uma pitada de sal, o amido de milho, o leite condensado e as gemas;
  7. Cozinhe até a mistura adquirir a textura de mingau;
  8. Deixe esfriar e, depois, despeje por cima das claras na hora em que for servir;

3. Ovos nevados com cravo e canela

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Ingredientes

  • 6 ovos
  • 6 colheres de sopa de açúcar
  • 4 cravos
  • 1 l de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • Sal
  • Raspas de limão
  • Canela

Modo de preparo

  1. Em uma panela, coloque o leite, o leite condensado, as raspas de limão, uma pitada de sal, os cravos e um pouco de canela e misture bem;
  2. Leve para cozinhar até levantar fervura;
  3. Retire as especiarias e reserve o leite;
  4. Em uma tigela, coloque as claras e o açúcar e leve para bater até dar o ponto em neve;
  5. Faça bolinhas com as claras e leve-as para cozinhar no leite;
  6. Lembre-se de virar as claras para que elas cozinhem dos dois lados;
  7. Com o auxílio de uma escumadeira, retire as claras e reserve;
  8. Em uma tigela média, coloque as gemas peneiradas e acrescente um pouco do leite quente. Misture bem;
  9. Coloque as gemas na panela com o leite e cozinhe até obter um creme liso e homogêneo;
  10. Na hora de servir, coloque as claras em uma vasilha de vidro grande e despeje o creme por cima!

4. Ovos nevados com leite condensado

Ingredientes

  • 8 ovos
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 l de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de café de amido de milho
  • 1 colher de sobremesa de essência de baunilha
  • Raspas de limão

Modo de preparo

  1. Bata as claras em neve e reserve;
  2. Em uma panela, ferva o leite, o leite condensado e a baunilha em fogo baixo;
  3. Com o auxílio de uma colher, acrescente as claras ao leite;
  4. Deixe cozinhar as bolinhas dos dois lados;
  5. Retire e coloque no prato que irá servir;
  6. Polvilhe as raspas de limão por cima e reserve;
  7. Em uma vasilha, coloque as gemas peneiradas, o amido de milho e misture bem;
  8. Coloque uma concha do leite quente, mexa um pouco e acrescente mais uma concha;
  9. Transfira as gemas para a panela do leite;
  10. Mexa bem e deixe cozinhar por aproximadamente cinco minutos;
  11. Despeje o creme sobre as claras;
  12. Finalize com mais raspas de limão e leve a geladeira antes de servir.

5. Ovos nevados com creme inglês

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Ingredientes

  • 500 ml de leite
  • 70 g de açúcar
  • 5 ovos
  • Baunilha

Modo de preparo

  1. Leve as claras para bater e assim que começarem a espumar acrescente 50 g açúcar aos poucos;
  2. Bata até dar o ponto de merengue e reserve;
  3. Ferva o leite com a baunilha e acrescente as bolinhas de claras batidas em neve;
  4. Vire as claras, para que possam cozinhar dos dois lados;
  5. Retire e reserve;
  6. Em uma vasilha menor, coloque as gemas peneiradas, acrescente o restante do açúcar e mexa bem;
  7. Coloque um pouco do leite quente nas gemas, misture e acrescente essa mistura ao leite que está na panela;
  8. Cozinhe até o creme alcançar o ponto napê;
  9. Sirva as claras em um prato de sopa e regue bastante creme inglês por cima.

6. Ovos nevados com raspas de limão e creme inglês

Ingredientes

  • 500 ml de leite integral
  • 5 ovos
  • 1 xícara de chá de açúcar refinado
  • 1 limão tahiti
  • 1 colher de chá de essência de baunilha

Modo de preparo

  1. Em uma tigela, bata as claras e, assim que começarem a ficar brancas, acrescente metade do açúcar aos poucos;
  2. Adicione as raspas de limão e bata mais até que as claras fiquem em neve. Reserve;
  3. Em uma panela, coloque o leite e leve para ferver;
  4. Com a ajuda de duas colheres, molde as claras batidas formando bolinhas médias;
  5. Coloque as bolinhas no leite e deixe-as cozinhar por quatro minutos, virando de um em um minuto para que cozinhem por igual;
  6. Escorra e reserve;
  7. Peneire o leite, volte para uma panela limpa e adicione 1/4 de xícara de açúcar;
  8. Misture bem e leve ao fogo até ferver;
  9. Em uma tigela, coloque as gemas com o restante do açúcar e misture até ficar esbranquiçado;
  10. Coloque uma concha do leite quente nas gemas, misture bem rápido e, em seguida, junte essa mistura restante de leite;
  11. Continue cozinhando em fogo baixo, mexendo sem parar até engrossar levemente;
  12. Por último, junte a essência de baunilha;
  13. Sirva as claras com o creme inglês.

7. Ovos nevados com creme inglês no micro-ondas

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Ingredientes

  • 400 ml de leite
  • 7 colheres de sopa de açúcar
  • 3 ovos
  • 2 caixas de creme de leite
  • 1/2 colher de chá de essência de baunilha
  • 1/2 colher de chá de suco de limão
  • 1/4 xícara de chá de açúcar

Modo de preparo

  1. Coloque as gemas e 1/4 de xícara de chá de açúcar e bata bem, até que a mistura fique bem clarinha e dobre de tamanho;
  2. Em seguida, adicione a baunilha e o creme de leite e misture mais um pouco;
  3. Leve essa mistura para o micro-ondas por três minutos e lembre-se de mexer a cada um minuto. Reserve;
  4. Em uma tigela, coloque as claras e bata até dar o ponto de neve;
  5. Acrescente o suco de limão e as sete colheres de açúcar. Continue batendo bem;
  6. Assim que a mistura estiver firme, coloque em uma xícara de chá até a borda e leve para o micro-ondas por trinta segundos;
  7. Coloque em uma tacinha junto com o molho inglês e sirva gelado!

Receitas salgadas com ovos também são bem gostosas, não é mesmo? Omelete de forno, omelete fit e ovos mexidos são ótimas opções para comer no café da manhã ou no lanche da tarde!

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Criptologia

Criptologia é a ciência preocupada com a comunicação e armazenamento de dados de forma segura e geralmente secreta. Abrange tanto a criptografia quanto a criptoanálise.

Criptologia: O estudo de criptografia e criptoanálise.

Criptografia: A arte e ciência de fazer cifras.

Criptanálise: A arte e a ciência de quebrar cifras.

Criptografia é a arte e a ciência de manter as informações protegidas de públicos não intencionais, de criptografá-las.

Por outro lado, a criptoanálise é a arte e a ciência de quebrar dados codificados.

O ramo da matemática que abrange tanto a criptografia quanto a criptoanálise é a criptologia.

A criptografia moderna usa equações matemáticas sofisticadas (algoritmos) e chaves secretas para criptografar e descriptografar dados.

O que é

Criptologia ou criptografia é o estudo e o processo de codificação e decodificação de mensagens de texto simples, para que não possam ser lidas por ninguém sem um guia ou chave.

Os historiadores datam o uso da criptologia nos tempos do Egito Antigo e sugerem que códigos secretos se desenvolveram logo após o desenvolvimento da linguagem escrita. Além disso, a conversa pode ser codificada, como é frequente as transmissões de rádio ou as conversas por telefone celular.

A criptologia parece para muitos um campo bastante romântico, e a decifração de mensagens secretas é o assunto de muitos romances de suspense.

Mais recentemente, o Código Da Vinci envolvia um mistério de uma série de pistas e códigos que apontavam para uma conspiração da Igreja Católica para impedir as pessoas de descobrirem que Maria Madalena foi um dos primeiros discípulos de Jesus Cristo.

A ideia de códigos secretos e mensagens ocultas encanta muitos, respondendo pela grande popularidade do romance de Dan Brown.

Hoje, a criptografia costuma ser muito técnica em processos de codificação ou decodificação, devido ao uso de computadores. Os computadores podem frequentemente desenvolver códigos que são praticamente inquebráveis.

Uma certa quantidade de criptografia também é necessária para proteger a segurança dos computadores.

Códigos e senhas ajudam a proteger software e hardware contra “hackers”, que podem revelar informações sobre planos particulares, números de previdência social ou números de cartão de crédito. De fato, a maioria da descriptografia ilegal de informações seguras em computadores é roubar identidades.

Alguns decodificadores são excelentes para invadir sistemas que são considerados “seguros”.

Outro motivo principal para criptografar informações é proteger operações secretas de um país, principalmente em tempos de guerra. Embora alguns códigos sejam simplistas, geralmente os códigos produzidos por computador são baseados em padrões algorítmicos que impedem que os decodificadores ilegais descubram informações sobre planos ou armas militares.

A segurança de baixo nível geralmente é protegida pelo uso de coisas como assinaturas digitais, que podem ser verificadas para proteger os sistemas contra invasões indesejadas.

Como praticamente todos os códigos podem ser quebrados, com tempo e esforço suficientes, aqueles no campo da criptologia precisam trabalhar constantemente para desenvolver novos códigos para manter os clientes ou informações em segurança.

As decisões sobre os melhores códigos a serem tomadas são tomadas por engenheiros criptográficos, que dependem muito da criptografia para determinar o histórico de quão facilmente determinados tipos de criptografia são decifrados.

Pesquisas sobre códigos militares feitos por um criptologista podem nunca ser publicadas. De fato, existe uma grande preocupação em alguns países em permitir o acesso a códigos previamente secretos, pois isso pode permitir o acesso a informações que ainda são consideradas secretas. Além disso, a análise dos códigos usados anteriormente pode ajudar os decodificadores ilegais a adivinhar quais códigos podem ser usados no futuro.

Assim, os métodos de criptografia geralmente são protegidos com o mesmo cuidado com que qualquer material criptografado e a venda dessas informações a interesses estrangeiros podem acarretar fortes penalidades criminais.

Alguns métodos, como o uso de algoritmos, são um tipo previsível de criptografia e, ocasionalmente, para proteger certos segredos, as forças armadas ou outras organizações seguras podem recorrer a códigos escritos ou falados anteriormente ou a variações desses.

Alguém com um conhecimento prático da história da criptologia pode ser capaz de quebrar esses códigos, mas geralmente se os códigos estiverem em uso por um curto período de tempo, não haverá tempo suficiente para que as informações escapem antes que outro método seja empregado.

O que é criptografia?

Todo mundo tem segredos, e alguns têm mais que outros.

Quando se torna necessário transmitir esses segredos de um ponto para outro, é importante proteger as informações enquanto elas estão em trânsito.

A criptografia apresenta vários métodos para obter dados legíveis e legíveis e transformá-los em dados ilegíveis para fins de transmissão segura e, em seguida, usar uma chave para transformá-los novamente em dados legíveis quando chegar ao seu destino.

Antes dos computadores há milhares de anos, a criptografia tem suas raízes nas cifras básicas de transposição, que atribuem a cada letra do alfabeto um valor específico.

Um exemplo simples é atribuir a cada letra um número progressivamente maior, onde A = 1, B = 2 e assim por diante. Durante a Segunda Guerra Mundial, foram inventadas máquinas que tornavam as cifras mais complicadas e difíceis de quebrar, e hoje os computadores as tornam ainda mais fortes.

O Secure Sockets Layer (Camada segura de soquetes) é um protocolo de criptografia comum usado no comércio eletrônico. Quando alguém faz uma compra pela Internet, essa é a tecnologia que o comerciante usa para garantir que o comprador possa transmitir com segurança as informações do seu cartão de crédito. Usando esse protocolo, o computador e o computador do comerciante on-line concordam em criar um tipo de “túnel” privado pela Internet pública. Esse processo é chamado de “aperto de mão”. Quando um URL em um navegador da Web começa com “https” em vez de “http”, é uma conexão segura que está usando SSL.

Alguns métodos de criptografia usam uma “chave secreta” para permitir que o destinatário descriptografe a mensagem. O sistema de criptografia de chave secreta mais comum é o Padrão de Criptografia de Dados (DES), ou o Triple-DES mais seguro, que criptografa os dados três vezes.

Mais comuns são os sistemas que usam um sistema de chave pública, como o protocolo de contrato de chave Diffie-Hellman.

Esse sistema usa duas chaves que funcionam juntas: uma pública, que qualquer pessoa pode acessar, e uma privada, mantida em segredo pela parte que recebe os dados.

Quando uma pessoa deseja enviar uma mensagem segura para outra pessoa, ela criptografa essa mensagem usando a chave pública do destinatário.

Uma vez criptografado, o destinatário deve usar sua chave privada para descriptografá-la.

O objetivo da criptografia vai além de apenas tornar os dados ilegíveis; ele também se estende à autenticação do usuário, que fornece ao destinatário a garantia de que a mensagem criptografada se originou de uma fonte confiável.

Às vezes, as funções de hash são usadas em conjunto com sistemas de chave privada ou chave pública. Esse é um tipo de criptografia unidirecional, que aplica um algoritmo a uma mensagem, de forma que a própria mensagem não possa ser recuperada. Diferentemente da criptografia baseada em chave, o objetivo da função hash não é criptografar dados para descriptografar posteriormente, mas criar um tipo de impressão digital digital de uma mensagem. O valor derivado da aplicação da função hash pode ser recalculado no final do recebimento, para garantir que a mensagem não tenha sido violada durante o trânsito.

Em seguida, um sistema baseado em chave é aplicado para decifrar a mensagem.

O estudo desse campo está avançando constantemente, e os cientistas estão criando rapidamente mecanismos que são mais difíceis de quebrar. O tipo mais seguro ainda pode ser a criptografia quântica, um método que ainda não foi aperfeiçoado. Em vez de usar uma chave, ela se baseia nas leis básicas da física e no movimento e orientação dos fótons para estabelecer uma conexão que é absolutamente segura e inquebrável.

O que é um Criptologista?

Um criptologista é uma pessoa que trabalha para decifrar a linguagem oculta, decifrar códigos secretos e encontrar maneiras de proteger as informações.

Um indivíduo nesta linha de trabalho pode ajudar a criar códigos que os militares podem usar para se comunicar em segredo, ou ele pode ajudar a fornecer inteligência antiterrorista.

Um criptologista também pode encontrar maneiras de disfarçar informações que são passadas de espiões para seus empregadores. De fato, uma pessoa nesse campo pode até trabalhar para encontrar maneiras de impedir que as informações privadas dos usuários da Internet caiam nas mãos erradas.

Muitas vezes, os criptologistas são encontrados trabalhando para agências governamentais e ajudando as forças armadas.

Um criptologista que trabalha para as forças armadas pode pegar mensagens compostas de palavras e símbolos estrangeiros e traduzi-las em mensagens que seu empregador possa entender e usar.

Quando ele quebra o código desses dados, ele pode fornecer informações que podem ser usadas para evitar tragédias e salvar vidas.

Embora organizações governamentais e militares possam ser os empregadores mais freqüentes de criptologistas, esses codificadores também podem funcionar para outros tipos de organizações. Por exemplo, um indivíduo nesse campo pode trabalhar para ajudar empresas de cartão de crédito ou bancos a proteger seus clientes contra roubo de identidade.

Um indivíduo nesse campo elabora e implementa métodos que servem para disfarçar as informações que as pessoas enviam pela Internet, para que seja menos provável que caiam nas mãos erradas.

O trabalho que um criptologista pode ajudar a manter os números de cartão de crédito ou informações de contas bancárias de uma pessoa fora das mãos de ladrões.

Curiosamente, um criptologista também pode trabalhar para analisar dados e tendências financeiras, usando suas habilidades para prever mudanças no mercado de ações.

Um indivíduo nesse campo pode se esforçar para ajudar as empresas a descobrir os melhores horários para investir e quanto investir. Ele também pode analisar vírus e worms de computador, procurando padrões que lhe digam como vencê-los. Um criptologista pode até ser chamado para analisar padrões no DNA.

Às vezes, um criptologista também pode trabalhar para ajudar as autoridades policiais locais. Por exemplo, ele pode ajudar a decifrar as comunicações secretas dos membros de gangues.

Ele pode até ajudar os policiais a ver padrões nas atividades de um serial killer.

Uma pessoa que deseja se tornar um criptologista pode se preparar obtendo um diploma de bacharel em uma área importante, como ciência da computação, telecomunicações ou programação de computadores.

Algumas pessoas também podem começar trabalhos de nível básico nesse campo com diplomas em línguas estrangeiras ou matemática. Para ir além de uma posição de nível de entrada, uma pessoa pode precisar ser fluente em idiomas estrangeiros e ter uma noção no nível de especialista dos conceitos de matemática e programação de computadores.

Além disso, muitos empregadores preferem criptologistas com mestrado e doutorado, especialmente para cargos de nível superior.

Fonte: cs.lmu.edu/https://ift.tt/38PZKLW

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